quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Esqueleto de um projeto de Monografia

Exemplo de ESQUELETO de um projeto de monografia 
Curso de Especialização Mídias na Educação - UFOP 
Orientada: Marllon Frank Teixeira Ferreira
Orientadora: Profa Adelma Araújo 


1. Introdução

A Liderança e Gestão de Pessoas tornaram-se essencial para o desenvolvimento do capital humano dentro das organizações e também dentro do espaço educacional, mais que gerir talentos a necessidade e o imperativo atual é desenvolvê-los.

A competição mundial e a profissionalização forçam os profissionais cada vez mais a capacitar-se, e essa corrida à capacitação e formação técnica, faz com que o profissional busque desenvolver competências técnicas e conceituais, mas muitas das vezes, esquecem a formação do ser, a competência humana, e como consequência, temos muitos profissionais altamente técnicos mas incapacitados para o relacionamento humano e interpessoal.

Percebe-se, que a humanidade caminha para a valorização das competências humanas como: relacionamento, comunicação, trabalho em equipe, motivação, mas em contra partida os profissionais estão menos resistentes a pressão e cada vez mais individualistas. Especialistas apontam para o advento do trabalho em casa (home-office), e para o exponencial crescimento da tecnologia no dia a dia do trabalhador moderno.

A partir dessa necessidade e do exponencial crescimento da tecnologia no cotidiano do trabalhador, emerge a questão central que norteará o presente trabalho: como desenvolver habilidades de liderança e gestão de pessoas tendo como aliado às tecnologias da informação e comunicação? 


2. Tema da proposta 

Uso das mídias da informação e comunicação para o desenvolvimento de competências de Liderança e Gestão de Pessoas.


2.1 Delimitação do Tema

Como desenvolver habilidades e competências humanas necessárias ao líder através da utilização de diversas mídias para potencializará a vivência do líder em ambientes ágeis e modernos?

2.2 Justificativa

Muitas instituições educacionais formam alunos/profissionais altamente técnicos, dominando processos, procedimentos e equipamentos, mas será que apenas o domínio da sua área de atuação é suficiente para sobrevivência no mercado atual? Um profissional entra para uma organização pelo seu currículo e por sua competência técnica e conceitual, mas só permanece e progride com a competência humana. Dessa forma, faz-se mister o desenvolvimento de competências e habilidades de liderança e gestão de pessoas, capaz de preparar o aluno/profissional para competir e sobreviver no mercado de trabalho.

Além do imperativo teórico da formação humana, o projeto justifica-se pela necessidade social de formação do ser humano, capaz de viver em sociedade, relacionar-se de forma harmônica com o meio em que vive, e gerar conhecimentos e desenvolvimento para o meio que o cerca.

Inseridas num mundo cada vez mais digital, as pessoas estão cada vez menos aptas à questões como trabalho em equipe, diversidade humana e menos preparadas para lidar e manejar conflitos pessoais e hierárquicos, por isso, a questão central desse trabalho busca identificar meios para aplicar as tecnologias da informação e comunicação para o desenvolvimento humano, quer seja para a sociedade ou para o mundo empresarial.


2.3 Relevância

Possibilitar ao aluno, professor e escola, o conhecimento prático no uso de mídias da informação e comunicação na prática do desenvovimento de competências humanas necessárias à Liderança e Gestão de Pessoas, bem como da formação do profissional quanto ser social e capaz de relacionar em equipes. 

2.4 Objetivos

2.4.1 Objetivo Geral

Estudar os desafios ambientais, das funções da competição globalizada, das funções organizacionais, estrutura e modelos de gestão, as mudanças sociais e avanços tecnológicos e suas influencias na Gestão de Pessoas.

2.42 Objetivos Específicos


• Repensar os relacionamentos: Organizações X Pessoas – novos paradigmas.
• Analisar as exigências sobre a polivalência e competência dos profissionais na atualidade


3 Fundamentação Teórica 

A Gestão de Pessoas vem passando por inúmeras transformações nestes últimos anos. Capacitar, treinar e desenvolver profissionais capazes de interagir no cenário mundial de constantes mudanças é fundamental para pessoas e organizações que pretendem se manterem competitivas no mercado atual, desenvolvendo competências para conhecer, planejar e intervir nos processos corporativos, bem como capazes de interagir entre os demais membros da organização.

Para tal, desenvolver estas competências devem abranger diversas áreas como aprender a lidar com situações e decisões complexas, a lidar com pessoas e resolver conflitos, desenvolver a visão estratégica, mobilizar recursos, comunicar-se de forma assertiva, melhorar as capacidades interpessoais, ser aberto a mudanças, além de descobrir e manter talentos.

Desde o advento da Escola das Relações Humanas e a percepção da visão do ser humano como um “ser social”, busca-se meios para a compreensão do comportamento humano nas organizações e a busca de métodos para a compreensão, desenvolvimento e treinamento de habilidades para se tornar gestor ou líder, mas antes, capacitá-las para o relacionamento e desenvolvimento dentro das empresas.




4 METODOLOGIA 

Pretende-se desenvolver métodos práticos para aplicação das mídias da informação e comunicação nos programas de desenvolvimento humano como: dinâmicas e jogos em grupo, estudos de caso, análise de competências e habilidades necessárias ao Líder e ao Gestor de Pessoas no mercado de trabalho. Os dados serão coletados através de questionários aplicados aos alunos do curso Técnico em Edificações do Colégio CEST – IpatingaMG

4.1 TIPO DE PESQUISA

A pesquisa utilizará métodos exploratórios e descritivos e a coleta de dados será quali-quantitativa, a fim de conhecer melhor o perfil abordado, em virtude da complexidade dos dados a serem coletados. Os dados serão coletados através de questionários online, que serão disponibilizados na plataforma moodle, que será desenvolvida, bem como através da coleta de depoimentos em vídeos.

4.2 UNIVERSO DO ESTUDO

Alunos do Colégio Educacional de Suplência e Técnico – Colégio CEST. Colégio com 14 cursos do Ensino Técnico de Ipatinga-MG

4.3 AMOSTRA

Alunos do Curso Técnico em Edificações do Colégio Educacional de Suplência e Técnico

4.4 PÚBLICO A SER ENVOLVIDO

Alunos das turmas de 2º, 3º e 4º Períodos do Curso Técnico em Edificações.

4.5 RECURSOS DIDÁTICOS: 

• Skype – reuniões e debates online
• Data-Show – reprodução de vídeos e documentários.
• Gravador de voz – reprodução das falas e casos-problemas.
• Movie maker - edição das filmagens realizadas durante as aulas no laboratório de informática; 
• Câmera fotográfica - registro em dos trabalhos em grupo; 
• Material impresso - para estudo de casos. 
• Laboratório de informática - disponibilidade de computadores 
• Provedor de acesso a internet, dentre outros.

4.6 DINÂMICA DA ATIVIDADES 
Seis semanas de atividades divididas entre aulas teóricas na sala de aula e aulas práticas no laboratório de informática e quadra da escola para atividades vivenciais


5 CRONOGRAMA DE TRABALHO 

ETAPAS 1 Semana 2 Semana 3 Semana 4 Semana 5 Semana 6 Semana
Levantamento bibliográfico X X
Realização e envio do projeto de pesquisa ao Orientador X
Coleta de dados e Atividades Práticas X X X X
Tabulação de dados X
Redação do trabalho X X X
Revisão / redação final / Relatório Final X

6 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 

ROBBINS, Stephen Paul. Comportamento Organizacional. 9ª ed. São Paulo: Prentice Hall, 2002. 

MOREIRA, Nathalie. Apostila Gestão de Pessoas 2. [s.n.]. Coronel Fabriciano,2006. 

BOHLANDER, G.W., SNELL, S. e SHERMAN, A. Administração de recursos humanos. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2003. 

CHIAVENATO, I. Recursos humanos: edição compacta. 3 ed. São Paulo: Atlas, 1994. 

CHIAVENATO, I. Planejamento, recrutamento e seleção de pessoas: como agregar talentos a empresa. 4 ed. São Paulo: Prentice Hall, 2002. 

STONER, J. A F. e FREEMAN, R.E., Administração. São Paulo: Prentice Hall, 1985. 

MOTTA, P. R.. Transformação Organizacional: a teoria e a prática de inovar.. 2 ed. São Paulo: Atlas. 1989. 

SILVA, A. B., REBELO, L. M. B. A emergência do pensamento complexo nas organizações. Artigo aprovado para publicação na Revista de Administração Pública, 2003. 

TEIXEIRA, Gilberto. Como Aplicar Exercícios Estruturados Usando a Aprendizagem Vivencial. [São Paulo - SP]FEA/USP.[s.n.] Disponível em: . Acesso: 23 junho 2008.

TUSHMAN, M., NADLER, D. Organizando-se para a Inovação. In: STARKEY, K. Como as organizações aprendem. São Paulo: Futura, 1997, p. 166-189.

7 ANEXOS 

Educação - Empírica ou Científica?

Qual é a sua concepção de educação? 
Capacidade de transformar, mudar, aprender, hábitos, costumes, valores, crenças, culturas de uma pessoa, sociedade e/ou mundo. Essa educação começa no seio da nossa família, e se estende aos parentes. E posteriormente formalizada na escola, com o professor e amigos. É constituir o relacionamento interpessoal para fim nele mesmo gerando assim capacidades para viver em sociedade, e prepara para a vida no trabalho. E quanto mais formalizada for esta educação (leia-se, na escola), melhores serão as possibilidades de vida e de trabalho terá o cidadão. 

Você concorda com o agricultor Ciço de que "a educação que chega pro senhor é a sua, da sua gente, é pros usos do seu mundo. Agora, a minha educação é a sua. Ela tem o saber de sua gente e ela serve pra que mundo? 

Infelizmente concordo com o Ciço, é simples, é admitirmos a diferença no nível, qualidade, métodos e equipamentos utilizados em uma escola particular e compararmos com o de uma escola pública. E estender esse olhar aos nossos pares, ao professor, da rede pública, cansado, com uma longa jornada, e sentindo muitas vezes desmotivado e desatualizado, e compararmos ao perfil competitivo, cumpridor de metas da escola particular. É uma triste realidade, mas como disse: é uma realidade! 

Acredito que somos muitos, os que queremos e fazemos diferença onde quer que atuamos, mas 

O que você,como educador, tem feito para aproximar ou desmistificar esta educação divida em dois mundos? 
Atuo em uma escola particular, nem por isso, acredito que vivemos em um mundo dividido, mesmo porquê, o perfil do nosso aluno, é voltado para o mais simples, inicialmente sem muitas perspectivas, que ao ingressar no mercado de trabalho passam a acreditar em novas possibilidades por meio do conhecimento. E é exatamente nesse sentido que trabalho para desmistificar a educação, o trabalho, o salário dividido em dois mundos. É fazer o aluno acreditar na capacidade transformadora da Educação, que ela possibilita mudanças, crescimento, possibilidades e transforma o mundo e a vida do aluno. 

Leciono a disciplina Liderança e Gestão de Pessoas, e demonstro a capacidade das pessoas acreditarem e alcançarem seus sonhos através das suas competências, que podem ser treinadas, desenvolvidas e adquiridas. 

Nessa perspectivas, trabalhamos com alunos de turmas particulares e alunos de turmas do PEP e Pronatec, e de nenhuma forma os diferenciamos. São alunos, como todos os outros, com os mesmos sonhos e objetivos.

Vozes discentes: Uma escola ideal

UMA ESCOLA IDEAL
Marllon Frank Teixeira Ferreira
Especialização em Mídias na Educação
Universidade Federal de Ouro Preto


O presente trabalho é uma compilação de dados, textos e descrições coletados no dia 12 de setembro de 20013, sobre como seria uma escola ideal segundo os alunos do 1º Período do curso Técnico em Edificações do Colégio Educacional de Suplência e Técnico, a pedido do professor Marllon Frank Teixeira Ferreira, regente da disciplina Liderança e Gestão de Pessoas.

Segundo os relatos e descrições, destacam-se entre as características mais citadas, aulas mais dinâmicas e alunos mais motivados. Neste caso, percebe-se que o perfil do aluno do curso técnico, são em sua maioria, jovens e adultos que trabalham o dia inteiro e chegam ao colégio, já cansados após um longo dia de trabalho. Neste caso, até mesmo pelo cansaço físico, muitas das vezes, ficam desmotivados, e para eles, para resolver esse fato, natural e inevitável, as aulas deveriam ser mais práticas, envolventes, com exemplos práticos e reais, priorizando estudos de casos, dinâmicas e jogos empresariais, como é o caso utilizado na disciplina Liderança e Gestão de Pessoas.

Para implementar aulas dinâmicas e diferenciadas seria necessário aplicar cursos e práticas de didáticas aos então professores, sem formação docente. Neste caso, o colégio já realiza grupo de estudos priorizando o desenvolvimento de habilidades e competências para aula nota 10, e estudo de muitos livros e orientações para melhoria das competências para o dia a dia de uma sala de aula.

Ainda relevante entre os relatos e descrição, que as aulas práticas de Auto CAD, e práticas de desenho arquitetônico tivessem carga horária maior, capaz de contemplar todos os recursos necessários para o total e completo domínio dos softwares e técnicas.
De certa forma, a escola participativa, onde o aluno sente parte integrante do processo educacional, através da participação e da troca de conhecimentos e experiências, onde o aluno tem sua experiência reconhecida e valorizada já é descrito pelos alunos como o grande diferencial do Colégio CEST, como uma das principais instituições do ensino técnico do Vale do Aço.

Segundo esses próprios alunos, falta apenas os próprios alunos apesar do cansaço, buscarem motivação para superar o dia inteiro de trabalho e para os professores, tentar conciliar conteúdos e teorias, juntos com práticas cada vez mais interessantes e atrativas, utilizando diversas metodologias de ensino que envolva esse novo perfil de aluno, para o novo perfil de sociedade e mercado de trabalho, para que torne, cada vez mais, o curso dinâmico e interdisciplinarizado.

Resenha crítica: Educar com as Tics: o caminho entre a excepcionalidade e a invisibilidade

Resenha crítica: Educar com as Tics: o caminho entre a excepcionalidade e a invisibilidade

Marllon Frank Teixeira Ferreira
Especialização em Mídias na Educação
Universidade Federal de Ouro Preto



“Toda banda larga será estreita se a mente for estreita” já apontavam os marqueteiros, sendo assim, de nada adianta diversas tecnologias, mídias, equipamentos, se nós, os professores, mantivermos a mente estreita, se continuarmos resistentes à mudanças, se não atentarmos às transformações do mundo em que estamos inseridos, e pior, se não atentarmos às transformações no mundo que cercam nossos alunos.

Ou muitas das vezes, quando tratamos as mídias e ferramentas tecnológicas como eventos pomposos ou raros. O maior desafio do docente na inserção das TICs na sala de aula é garantir o nivelamento mínimo de conhecimento e domínio, além da frequência das ferramentas utilizadas por nós e nossos alunos.

Haja vista uma drástica mudança no perfil dos alunos nos últimos anos. Alunos estes que deixaram de ser dependentes do conteúdo apresentado pelo professor para um perfil questionador, conhecedor, capaz de buscar novos conhecimentos, aprofundar e buscar solucionar dúvidas.

O aluno hoje está virtualmente conectado, “online”, simultaneamente a explicação do professor, muitos estão “googlando” (pesquisando, confortando informações passadas pelo professor, com as disponíveis na rede). Essa mudança de perfil faz com que muitos colegas, amedrontem-se frente ao novo, ao uso da tecnologia como parte permanente e invisível na educação.

São informações em tempo real, alunos relacionados em uma verdadeira sociedade em rede, faz com que a preparação, o conhecimento e o aprimoramento contínuo torne-se claramente um imperativo na Educação.

Sendo assim, destaca-se de forma clara o grande desafio para a o uso das TICs na Educação, transformar o professor num líder interativo que divide e compartilha seu “poder de liderança”, transcendendo do papel indicador ao colaborativo capaz de aprender, ensinar e ampliar mutuamente o conhecimento com seus alunos.


Dessa forma, falta claramente, o interesse, a segurança, a preparação do professor, bem como, o entendimento aos alunos que o professor não deterá todos os conhecimentos disponíveis para juntos, construírem de forma colaborativa e mútua uma nova realidade ao saber.

Diário de Bordo

Ao acordar, com o despertar do aparelho telefônico, me preparando para um novo dia do trabalho, me pego, entre o café da manhã e o arrumar meus materiais, acompanhando o MGTV, telejornal matinal, com informações pertinentes aos acontecimentos em nosso país, e sempre, entre uma matéria e outra uma curiosidade, uma nova tecnologia e aplicação para a educação ou ainda, como jovens profissionais fazem a diferença com ideias inovadoras.

A caminho da escola, estou novamente, acompanhando a rádio regional, com o programa matinal repleto de curiosidades e amenidades para agradar a manhã. 

Ao adentrar pelos corredores do Colégio, me deparo com diversos cartazes, fotos, gravuras, são os trabalhos que foram apresentados pelos nossos alunos. Agora já na sala dos professores, antes do início das aulas, me pego foleando algumas revistas e lendo o jornal do dia, suas notícias e manchetes.

É chegada a hora, são 7:30, hora de iniciar a aula, como planejado será apresentação dos trabalhos dos meus alunos, o primeiro grupo a se apresentar, abordou o tema: Seleção de Pessoas, com o auxílio do data-show, computador e um projetor multimídia, eles exibem o conteúdo através de slides, utilizando o Microsoft Power Point, e antes de encerrar a apresentação, exibem um vídeo de Max Gehringer, sobre a Temível Entrevista de Emprego, da série Empregos de A a Z, outros grupos também se apresentam, alguns, entregam textos impressos, recortes de jornais e revistas e encerra a jornada.

É hora do intervalo, aproveito o período de descanso para usar o telefone celular e navegar pela internet e acessar minha caixa de emails, e entre uma verificação e outra, uma xícara de café e um papo com os amigos professores e a sondagem sobre o andamento do curso no qual coordeno. 

É impressionante como não largamos o computador, a internet e o celular, e como estas tecnologias tornaram-se indispensáveis no nosso dia-a-dia.

Além da constatação em que vivemos em um mundo completamente conectado, revela-se nossa grande dependência dessas tecnologias. E na docência, percebemos o quanto novas mídias integram e se relacionam com as antigas de forma harmônica e complementares; 

A utilização desses novos meios mudaram completamente a forma em que lidamos com a atividade e com a relação ensino-aprendizagem, o quadro verde e o giz, foram substituídos por quadro branco, pincéis, e o antigo retroprojetor, e sua luz monocromática, foram substituídos pelo data-show, projetor multimídia, que permite, cores, movimentos, vídeos, gráficos.

E ao chegar ao fim do dia, perceber que essa relação com a aplicação das mídias interativas como: internet, computador, caixa de som, telefonia, e conectividade, são realmente as tecnologias mais usadas e mais influenciadoras de mudanças do dia a dia do professor e do profissional.

Plano de Aula

PLANO DE ENSINO / EMENTA
1 – IDENTIFICAÇÃO
Curso:
Edificações
Período:
4º
Disciplina:
Princípios de Liderança
Professor:
Marllon Frank Teixeira Ferreira
Carga-Horária:
Teórica
Prática
Total
24 horas-aulas
24 horas-aulas
48 horas-aulas

2 – OBJETIVO DA DISCIPLINA
Estudar os desafios ambientais, das funções da competição globalizada, das funções organizacionais, estrutura e modelos de gestão, bem como das mudanças sociais e avanços tecnológicos e suas influencias na Gestão de Pessoas, bem como das conseqüências dessas transformações na construção da subjetividade do trabalhador moderno. Introdução do estudante em temas contemporâneos polêmicos, ampliando seu senso crítico sobre ações relacionadas à psicodinâmica do trabalho.
Objetivos Específicos:
ü Repensar os relacionamentos: Organizações X Pessoas – novos paradigmas.
ü Analisar as exigências sobre a polivalência e competência dos profissionais na atualidade.

3 – CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. A Escola das Relações Humanas e o enfoque comportamental
2. Liderança
3. Motivação Humana
4. A administração de Conflitos
5. Aprendizagem e Treinamento Organizacional
6. Assédio Moral
7. Diversidade Humana
8. A Subjetividade Humana
9. Comunicação
10. Trabalho em Equipe


6- ESTRATÉGIAS (METODOLOGIA DE ENSINO E RECURSOS)
Aulas expositivas com o uso de: quadro branco, data-show, vídeos.
Aulas expositivas dialogadas;
Trabalho individual e/ou em grupo;
Debates e discussões em sala com orientação do professor;
Estudos dirigidos em sala de aula.

7- CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Distribuição de pontos:
1ª Etapa: 1ª Avaliação: 30,0 pts / Trabalhos: 10,0 pts
2ª Etapa: 2ª Avaliação: 20,0 pts / 3ª Avaliação: 30,0 pts / Trabalhos: 10,0 pts

Atividade Final:
Em caso de aproveitamento inferior a 60 pontos:
Estudos e Trabalhos de Recuperação: 20 pontos e Avaliação de Recuperação: 80 pontos

4 – REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
CHIAVENATO, Idalberto. Gerenciando Pessoas: O passo decisivo para a administração participativa. São Paulo: Markron Books, 1992.
____________________. Introdução à teoria geral da administração.3.ed. São Paulo: Atlas, 1983.
___________________. Liderança: administração do sentido. Revista de Administração de Empresas, São Paulo, v.34, n.3, p. 102-14, mai./jun. 1994.


terça-feira, 15 de outubro de 2013

O curso de especialização Mídias na Educação e a percepção que é possível obter A ESCOLA QUE QUEREMOS!

Dentre diversas leituras, textos e atividades do curso de Especialização em Mídias na Educação, deparei-me com uma célebre frase que dita o comportamento das pessoas frente as novas tecnologias, tal frase torna-se notória ao percebermos que não basta aderir às mídias se continuarmos utilizá-las como um evento ou show a parte, é necessário trabalhar o comportamento das pessoas para que consigamos o mundo e a escola que queremos.

“Toda banda larga será estreita se a mente for estreita” já apontavam os marqueteiros, sendo assim, de nada adianta diversas tecnologias, mídias, equipamentos, se nós, os professores, mantivermos a mente estreita, se continuarmos resistentes à mudanças, se não atentarmos às transformações do mundo em que estamos inseridos, e pior, se não atentarmos às transformações no mundo que cercam nossos alunos.

Então percebemos que muitas das vezes, tratamos as mídias e ferramentas tecnológicas como eventos pomposos ou raros. O maior desafio do docente na inserção das TICs na sala de aula é garantir o nivelamento mínimo de conhecimento e domínio, além da frequência das ferramentas utilizadas por nós e nossos alunos.

Dessa forma, com a drástica mudança no perfil dos alunos nos últimos anos., eles que deixaram de ser dependentes do conteúdo apresentado pelo professor para um perfil questionador, conhecedor, capaz de buscar novos conhecimentos, aprofundar e buscar solucionar dúvidas.

Então a utilização dessas diversas TICs, suportadas pelo conhecimento oferecido pelo curso de Mídias na Educação fornece subsídios à nós professores sobre como lidar com esse novo perfil de aluno: conectado, questionador, preparado e acostumado com diversas tecnologias e nos aproxima da realidade do mundo educacional, transformando a educação e a escola mais próximas da realidade que queremos.

Uma vez que, percebemos e passamos a conhecer diversas tecnologias e ferramentas, a maioria gratuita, que permite transformar nossa realidade em sala de aula e tornar o ensino-aprendizado cada vez mais prazeroso tanto para o aluno quanto para nós professores.