Exemplo de ESQUELETO de um projeto de monografia
Curso de Especialização Mídias na Educação - UFOP
Orientada: Marllon Frank Teixeira Ferreira
Orientadora: Profa Adelma Araújo
1. Introdução
A Liderança e Gestão de Pessoas tornaram-se essencial para o desenvolvimento do capital humano dentro das organizações e também dentro do espaço educacional, mais que gerir talentos a necessidade e o imperativo atual é desenvolvê-los.
A competição mundial e a profissionalização forçam os profissionais cada vez mais a capacitar-se, e essa corrida à capacitação e formação técnica, faz com que o profissional busque desenvolver competências técnicas e conceituais, mas muitas das vezes, esquecem a formação do ser, a competência humana, e como consequência, temos muitos profissionais altamente técnicos mas incapacitados para o relacionamento humano e interpessoal.
Percebe-se, que a humanidade caminha para a valorização das competências humanas como: relacionamento, comunicação, trabalho em equipe, motivação, mas em contra partida os profissionais estão menos resistentes a pressão e cada vez mais individualistas. Especialistas apontam para o advento do trabalho em casa (home-office), e para o exponencial crescimento da tecnologia no dia a dia do trabalhador moderno.
A partir dessa necessidade e do exponencial crescimento da tecnologia no cotidiano do trabalhador, emerge a questão central que norteará o presente trabalho: como desenvolver habilidades de liderança e gestão de pessoas tendo como aliado às tecnologias da informação e comunicação?
2. Tema da proposta
Uso das mídias da informação e comunicação para o desenvolvimento de competências de Liderança e Gestão de Pessoas.
2.1 Delimitação do Tema
Como desenvolver habilidades e competências humanas necessárias ao líder através da utilização de diversas mídias para potencializará a vivência do líder em ambientes ágeis e modernos?
2.2 Justificativa
Muitas instituições educacionais formam alunos/profissionais altamente técnicos, dominando processos, procedimentos e equipamentos, mas será que apenas o domínio da sua área de atuação é suficiente para sobrevivência no mercado atual? Um profissional entra para uma organização pelo seu currículo e por sua competência técnica e conceitual, mas só permanece e progride com a competência humana. Dessa forma, faz-se mister o desenvolvimento de competências e habilidades de liderança e gestão de pessoas, capaz de preparar o aluno/profissional para competir e sobreviver no mercado de trabalho.
Além do imperativo teórico da formação humana, o projeto justifica-se pela necessidade social de formação do ser humano, capaz de viver em sociedade, relacionar-se de forma harmônica com o meio em que vive, e gerar conhecimentos e desenvolvimento para o meio que o cerca.
Inseridas num mundo cada vez mais digital, as pessoas estão cada vez menos aptas à questões como trabalho em equipe, diversidade humana e menos preparadas para lidar e manejar conflitos pessoais e hierárquicos, por isso, a questão central desse trabalho busca identificar meios para aplicar as tecnologias da informação e comunicação para o desenvolvimento humano, quer seja para a sociedade ou para o mundo empresarial.
2.3 Relevância
Possibilitar ao aluno, professor e escola, o conhecimento prático no uso de mídias da informação e comunicação na prática do desenvovimento de competências humanas necessárias à Liderança e Gestão de Pessoas, bem como da formação do profissional quanto ser social e capaz de relacionar em equipes.
2.4 Objetivos
2.4.1 Objetivo Geral
Estudar os desafios ambientais, das funções da competição globalizada, das funções organizacionais, estrutura e modelos de gestão, as mudanças sociais e avanços tecnológicos e suas influencias na Gestão de Pessoas.
2.42 Objetivos Específicos
• Repensar os relacionamentos: Organizações X Pessoas – novos paradigmas.
• Analisar as exigências sobre a polivalência e competência dos profissionais na atualidade
3 Fundamentação Teórica
A Gestão de Pessoas vem passando por inúmeras transformações nestes últimos anos. Capacitar, treinar e desenvolver profissionais capazes de interagir no cenário mundial de constantes mudanças é fundamental para pessoas e organizações que pretendem se manterem competitivas no mercado atual, desenvolvendo competências para conhecer, planejar e intervir nos processos corporativos, bem como capazes de interagir entre os demais membros da organização.
Para tal, desenvolver estas competências devem abranger diversas áreas como aprender a lidar com situações e decisões complexas, a lidar com pessoas e resolver conflitos, desenvolver a visão estratégica, mobilizar recursos, comunicar-se de forma assertiva, melhorar as capacidades interpessoais, ser aberto a mudanças, além de descobrir e manter talentos.
Desde o advento da Escola das Relações Humanas e a percepção da visão do ser humano como um “ser social”, busca-se meios para a compreensão do comportamento humano nas organizações e a busca de métodos para a compreensão, desenvolvimento e treinamento de habilidades para se tornar gestor ou líder, mas antes, capacitá-las para o relacionamento e desenvolvimento dentro das empresas.
4 METODOLOGIA
Pretende-se desenvolver métodos práticos para aplicação das mídias da informação e comunicação nos programas de desenvolvimento humano como: dinâmicas e jogos em grupo, estudos de caso, análise de competências e habilidades necessárias ao Líder e ao Gestor de Pessoas no mercado de trabalho. Os dados serão coletados através de questionários aplicados aos alunos do curso Técnico em Edificações do Colégio CEST – IpatingaMG
4.1 TIPO DE PESQUISA
A pesquisa utilizará métodos exploratórios e descritivos e a coleta de dados será quali-quantitativa, a fim de conhecer melhor o perfil abordado, em virtude da complexidade dos dados a serem coletados. Os dados serão coletados através de questionários online, que serão disponibilizados na plataforma moodle, que será desenvolvida, bem como através da coleta de depoimentos em vídeos.
4.2 UNIVERSO DO ESTUDO
Alunos do Colégio Educacional de Suplência e Técnico – Colégio CEST. Colégio com 14 cursos do Ensino Técnico de Ipatinga-MG
4.3 AMOSTRA
Alunos do Curso Técnico em Edificações do Colégio Educacional de Suplência e Técnico
4.4 PÚBLICO A SER ENVOLVIDO
Alunos das turmas de 2º, 3º e 4º Períodos do Curso Técnico em Edificações.
4.5 RECURSOS DIDÁTICOS:
• Skype – reuniões e debates online
• Data-Show – reprodução de vídeos e documentários.
• Gravador de voz – reprodução das falas e casos-problemas.
• Movie maker - edição das filmagens realizadas durante as aulas no laboratório de informática;
• Câmera fotográfica - registro em dos trabalhos em grupo;
• Material impresso - para estudo de casos.
• Laboratório de informática - disponibilidade de computadores
• Provedor de acesso a internet, dentre outros.
4.6 DINÂMICA DA ATIVIDADES
Seis semanas de atividades divididas entre aulas teóricas na sala de aula e aulas práticas no laboratório de informática e quadra da escola para atividades vivenciais
5 CRONOGRAMA DE TRABALHO
ETAPAS 1 Semana 2 Semana 3 Semana 4 Semana 5 Semana 6 Semana
Levantamento bibliográfico X X
Realização e envio do projeto de pesquisa ao Orientador X
Coleta de dados e Atividades Práticas X X X X
Tabulação de dados X
Redação do trabalho X X X
Revisão / redação final / Relatório Final X
6 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ROBBINS, Stephen Paul. Comportamento Organizacional. 9ª ed. São Paulo: Prentice Hall, 2002.
MOREIRA, Nathalie. Apostila Gestão de Pessoas 2. [s.n.]. Coronel Fabriciano,2006.
BOHLANDER, G.W., SNELL, S. e SHERMAN, A. Administração de recursos humanos. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2003.
CHIAVENATO, I. Recursos humanos: edição compacta. 3 ed. São Paulo: Atlas, 1994.
CHIAVENATO, I. Planejamento, recrutamento e seleção de pessoas: como agregar talentos a empresa. 4 ed. São Paulo: Prentice Hall, 2002.
STONER, J. A F. e FREEMAN, R.E., Administração. São Paulo: Prentice Hall, 1985.
MOTTA, P. R.. Transformação Organizacional: a teoria e a prática de inovar.. 2 ed. São Paulo: Atlas. 1989.
SILVA, A. B., REBELO, L. M. B. A emergência do pensamento complexo nas organizações. Artigo aprovado para publicação na Revista de Administração Pública, 2003.
TEIXEIRA, Gilberto. Como Aplicar Exercícios Estruturados Usando a Aprendizagem Vivencial. [São Paulo - SP]FEA/USP.[s.n.] Disponível em: . Acesso: 23 junho 2008.
TUSHMAN, M., NADLER, D. Organizando-se para a Inovação. In: STARKEY, K. Como as organizações aprendem. São Paulo: Futura, 1997, p. 166-189.
7 ANEXOS
quarta-feira, 16 de outubro de 2013
Educação - Empírica ou Científica?
Qual é a sua concepção de educação?
Capacidade de transformar, mudar, aprender, hábitos, costumes, valores, crenças, culturas de uma pessoa, sociedade e/ou mundo. Essa educação começa no seio da nossa família, e se estende aos parentes. E posteriormente formalizada na escola, com o professor e amigos. É constituir o relacionamento interpessoal para fim nele mesmo gerando assim capacidades para viver em sociedade, e prepara para a vida no trabalho. E quanto mais formalizada for esta educação (leia-se, na escola), melhores serão as possibilidades de vida e de trabalho terá o cidadão.
Você concorda com o agricultor Ciço de que "a educação que chega pro senhor é a sua, da sua gente, é pros usos do seu mundo. Agora, a minha educação é a sua. Ela tem o saber de sua gente e ela serve pra que mundo?
Infelizmente concordo com o Ciço, é simples, é admitirmos a diferença no nível, qualidade, métodos e equipamentos utilizados em uma escola particular e compararmos com o de uma escola pública. E estender esse olhar aos nossos pares, ao professor, da rede pública, cansado, com uma longa jornada, e sentindo muitas vezes desmotivado e desatualizado, e compararmos ao perfil competitivo, cumpridor de metas da escola particular. É uma triste realidade, mas como disse: é uma realidade!
Acredito que somos muitos, os que queremos e fazemos diferença onde quer que atuamos, mas
O que você,como educador, tem feito para aproximar ou desmistificar esta educação divida em dois mundos?
Atuo em uma escola particular, nem por isso, acredito que vivemos em um mundo dividido, mesmo porquê, o perfil do nosso aluno, é voltado para o mais simples, inicialmente sem muitas perspectivas, que ao ingressar no mercado de trabalho passam a acreditar em novas possibilidades por meio do conhecimento. E é exatamente nesse sentido que trabalho para desmistificar a educação, o trabalho, o salário dividido em dois mundos. É fazer o aluno acreditar na capacidade transformadora da Educação, que ela possibilita mudanças, crescimento, possibilidades e transforma o mundo e a vida do aluno.
Leciono a disciplina Liderança e Gestão de Pessoas, e demonstro a capacidade das pessoas acreditarem e alcançarem seus sonhos através das suas competências, que podem ser treinadas, desenvolvidas e adquiridas.
Nessa perspectivas, trabalhamos com alunos de turmas particulares e alunos de turmas do PEP e Pronatec, e de nenhuma forma os diferenciamos. São alunos, como todos os outros, com os mesmos sonhos e objetivos.
Capacidade de transformar, mudar, aprender, hábitos, costumes, valores, crenças, culturas de uma pessoa, sociedade e/ou mundo. Essa educação começa no seio da nossa família, e se estende aos parentes. E posteriormente formalizada na escola, com o professor e amigos. É constituir o relacionamento interpessoal para fim nele mesmo gerando assim capacidades para viver em sociedade, e prepara para a vida no trabalho. E quanto mais formalizada for esta educação (leia-se, na escola), melhores serão as possibilidades de vida e de trabalho terá o cidadão.
Você concorda com o agricultor Ciço de que "a educação que chega pro senhor é a sua, da sua gente, é pros usos do seu mundo. Agora, a minha educação é a sua. Ela tem o saber de sua gente e ela serve pra que mundo?
Infelizmente concordo com o Ciço, é simples, é admitirmos a diferença no nível, qualidade, métodos e equipamentos utilizados em uma escola particular e compararmos com o de uma escola pública. E estender esse olhar aos nossos pares, ao professor, da rede pública, cansado, com uma longa jornada, e sentindo muitas vezes desmotivado e desatualizado, e compararmos ao perfil competitivo, cumpridor de metas da escola particular. É uma triste realidade, mas como disse: é uma realidade!
Acredito que somos muitos, os que queremos e fazemos diferença onde quer que atuamos, mas
O que você,como educador, tem feito para aproximar ou desmistificar esta educação divida em dois mundos?
Atuo em uma escola particular, nem por isso, acredito que vivemos em um mundo dividido, mesmo porquê, o perfil do nosso aluno, é voltado para o mais simples, inicialmente sem muitas perspectivas, que ao ingressar no mercado de trabalho passam a acreditar em novas possibilidades por meio do conhecimento. E é exatamente nesse sentido que trabalho para desmistificar a educação, o trabalho, o salário dividido em dois mundos. É fazer o aluno acreditar na capacidade transformadora da Educação, que ela possibilita mudanças, crescimento, possibilidades e transforma o mundo e a vida do aluno.
Leciono a disciplina Liderança e Gestão de Pessoas, e demonstro a capacidade das pessoas acreditarem e alcançarem seus sonhos através das suas competências, que podem ser treinadas, desenvolvidas e adquiridas.
Nessa perspectivas, trabalhamos com alunos de turmas particulares e alunos de turmas do PEP e Pronatec, e de nenhuma forma os diferenciamos. São alunos, como todos os outros, com os mesmos sonhos e objetivos.
Vozes discentes: Uma escola ideal
UMA ESCOLA IDEAL
Marllon Frank Teixeira Ferreira
Especialização em Mídias na Educação
Universidade Federal de Ouro Preto
O presente trabalho é uma compilação de dados, textos e descrições coletados no dia 12 de setembro de 20013, sobre como seria uma escola ideal segundo os alunos do 1º Período do curso Técnico em Edificações do Colégio Educacional de Suplência e Técnico, a pedido do professor Marllon Frank Teixeira Ferreira, regente da disciplina Liderança e Gestão de Pessoas.
Segundo os relatos e descrições, destacam-se entre as características mais citadas, aulas mais dinâmicas e alunos mais motivados. Neste caso, percebe-se que o perfil do aluno do curso técnico, são em sua maioria, jovens e adultos que trabalham o dia inteiro e chegam ao colégio, já cansados após um longo dia de trabalho. Neste caso, até mesmo pelo cansaço físico, muitas das vezes, ficam desmotivados, e para eles, para resolver esse fato, natural e inevitável, as aulas deveriam ser mais práticas, envolventes, com exemplos práticos e reais, priorizando estudos de casos, dinâmicas e jogos empresariais, como é o caso utilizado na disciplina Liderança e Gestão de Pessoas.
Para implementar aulas dinâmicas e diferenciadas seria necessário aplicar cursos e práticas de didáticas aos então professores, sem formação docente. Neste caso, o colégio já realiza grupo de estudos priorizando o desenvolvimento de habilidades e competências para aula nota 10, e estudo de muitos livros e orientações para melhoria das competências para o dia a dia de uma sala de aula.
Ainda relevante entre os relatos e descrição, que as aulas práticas de Auto CAD, e práticas de desenho arquitetônico tivessem carga horária maior, capaz de contemplar todos os recursos necessários para o total e completo domínio dos softwares e técnicas.
De certa forma, a escola participativa, onde o aluno sente parte integrante do processo educacional, através da participação e da troca de conhecimentos e experiências, onde o aluno tem sua experiência reconhecida e valorizada já é descrito pelos alunos como o grande diferencial do Colégio CEST, como uma das principais instituições do ensino técnico do Vale do Aço.
Segundo esses próprios alunos, falta apenas os próprios alunos apesar do cansaço, buscarem motivação para superar o dia inteiro de trabalho e para os professores, tentar conciliar conteúdos e teorias, juntos com práticas cada vez mais interessantes e atrativas, utilizando diversas metodologias de ensino que envolva esse novo perfil de aluno, para o novo perfil de sociedade e mercado de trabalho, para que torne, cada vez mais, o curso dinâmico e interdisciplinarizado.
Marllon Frank Teixeira Ferreira
Especialização em Mídias na Educação
Universidade Federal de Ouro Preto
O presente trabalho é uma compilação de dados, textos e descrições coletados no dia 12 de setembro de 20013, sobre como seria uma escola ideal segundo os alunos do 1º Período do curso Técnico em Edificações do Colégio Educacional de Suplência e Técnico, a pedido do professor Marllon Frank Teixeira Ferreira, regente da disciplina Liderança e Gestão de Pessoas.
Segundo os relatos e descrições, destacam-se entre as características mais citadas, aulas mais dinâmicas e alunos mais motivados. Neste caso, percebe-se que o perfil do aluno do curso técnico, são em sua maioria, jovens e adultos que trabalham o dia inteiro e chegam ao colégio, já cansados após um longo dia de trabalho. Neste caso, até mesmo pelo cansaço físico, muitas das vezes, ficam desmotivados, e para eles, para resolver esse fato, natural e inevitável, as aulas deveriam ser mais práticas, envolventes, com exemplos práticos e reais, priorizando estudos de casos, dinâmicas e jogos empresariais, como é o caso utilizado na disciplina Liderança e Gestão de Pessoas.
Para implementar aulas dinâmicas e diferenciadas seria necessário aplicar cursos e práticas de didáticas aos então professores, sem formação docente. Neste caso, o colégio já realiza grupo de estudos priorizando o desenvolvimento de habilidades e competências para aula nota 10, e estudo de muitos livros e orientações para melhoria das competências para o dia a dia de uma sala de aula.
Ainda relevante entre os relatos e descrição, que as aulas práticas de Auto CAD, e práticas de desenho arquitetônico tivessem carga horária maior, capaz de contemplar todos os recursos necessários para o total e completo domínio dos softwares e técnicas.
De certa forma, a escola participativa, onde o aluno sente parte integrante do processo educacional, através da participação e da troca de conhecimentos e experiências, onde o aluno tem sua experiência reconhecida e valorizada já é descrito pelos alunos como o grande diferencial do Colégio CEST, como uma das principais instituições do ensino técnico do Vale do Aço.
Segundo esses próprios alunos, falta apenas os próprios alunos apesar do cansaço, buscarem motivação para superar o dia inteiro de trabalho e para os professores, tentar conciliar conteúdos e teorias, juntos com práticas cada vez mais interessantes e atrativas, utilizando diversas metodologias de ensino que envolva esse novo perfil de aluno, para o novo perfil de sociedade e mercado de trabalho, para que torne, cada vez mais, o curso dinâmico e interdisciplinarizado.
Resenha crítica: Educar com as Tics: o caminho entre a excepcionalidade e a invisibilidade
Resenha
crítica: Educar com as Tics: o caminho entre a excepcionalidade e a
invisibilidade
Marllon
Frank Teixeira Ferreira
Especialização
em Mídias na Educação
Universidade
Federal de Ouro Preto
“Toda
banda larga será estreita se a mente for estreita” já apontavam os
marqueteiros, sendo assim, de nada adianta diversas tecnologias, mídias,
equipamentos, se nós, os professores, mantivermos a mente estreita, se
continuarmos resistentes à mudanças, se não atentarmos às transformações do
mundo em que estamos inseridos, e pior, se não atentarmos às transformações no
mundo que cercam nossos alunos.
Ou
muitas das vezes, quando tratamos as mídias e ferramentas tecnológicas como
eventos pomposos ou raros. O maior desafio do docente na inserção das TICs na
sala de aula é garantir o nivelamento mínimo de conhecimento e domínio, além da
frequência das ferramentas utilizadas por nós e nossos alunos.
Haja
vista uma drástica mudança no perfil dos alunos nos últimos anos. Alunos estes
que deixaram de ser dependentes do conteúdo apresentado pelo professor para um
perfil questionador, conhecedor, capaz de buscar novos conhecimentos,
aprofundar e buscar solucionar dúvidas.
O
aluno hoje está virtualmente conectado, “online”, simultaneamente a explicação
do professor, muitos estão “googlando” (pesquisando, confortando informações
passadas pelo professor, com as disponíveis na rede). Essa mudança de perfil
faz com que muitos colegas, amedrontem-se frente ao novo, ao uso da tecnologia
como parte permanente e invisível na educação.
São
informações em tempo real, alunos relacionados em uma verdadeira sociedade em
rede, faz com que a preparação, o conhecimento e o aprimoramento contínuo
torne-se claramente um imperativo na Educação.
Sendo
assim, destaca-se de forma clara o grande desafio para a o uso das TICs na
Educação, transformar o professor num líder interativo que divide e compartilha
seu “poder de liderança”, transcendendo do papel indicador ao colaborativo
capaz de aprender, ensinar e ampliar mutuamente o conhecimento com seus alunos.
Dessa
forma, falta claramente, o interesse, a segurança, a preparação do professor,
bem como, o entendimento aos alunos que o professor não deterá todos os
conhecimentos disponíveis para juntos, construírem de forma colaborativa e
mútua uma nova realidade ao saber.
Diário de Bordo
Ao acordar, com o despertar do aparelho telefônico, me preparando para um novo dia do trabalho, me pego, entre o café da manhã e o arrumar meus materiais, acompanhando o MGTV, telejornal matinal, com informações pertinentes aos acontecimentos em nosso país, e sempre, entre uma matéria e outra uma curiosidade, uma nova tecnologia e aplicação para a educação ou ainda, como jovens profissionais fazem a diferença com ideias inovadoras.
A caminho da escola, estou novamente, acompanhando a rádio regional, com o programa matinal repleto de curiosidades e amenidades para agradar a manhã.
Ao adentrar pelos corredores do Colégio, me deparo com diversos cartazes, fotos, gravuras, são os trabalhos que foram apresentados pelos nossos alunos. Agora já na sala dos professores, antes do início das aulas, me pego foleando algumas revistas e lendo o jornal do dia, suas notícias e manchetes.
É chegada a hora, são 7:30, hora de iniciar a aula, como planejado será apresentação dos trabalhos dos meus alunos, o primeiro grupo a se apresentar, abordou o tema: Seleção de Pessoas, com o auxílio do data-show, computador e um projetor multimídia, eles exibem o conteúdo através de slides, utilizando o Microsoft Power Point, e antes de encerrar a apresentação, exibem um vídeo de Max Gehringer, sobre a Temível Entrevista de Emprego, da série Empregos de A a Z, outros grupos também se apresentam, alguns, entregam textos impressos, recortes de jornais e revistas e encerra a jornada.
É hora do intervalo, aproveito o período de descanso para usar o telefone celular e navegar pela internet e acessar minha caixa de emails, e entre uma verificação e outra, uma xícara de café e um papo com os amigos professores e a sondagem sobre o andamento do curso no qual coordeno.
É impressionante como não largamos o computador, a internet e o celular, e como estas tecnologias tornaram-se indispensáveis no nosso dia-a-dia.
Além da constatação em que vivemos em um mundo completamente conectado, revela-se nossa grande dependência dessas tecnologias. E na docência, percebemos o quanto novas mídias integram e se relacionam com as antigas de forma harmônica e complementares;
A utilização desses novos meios mudaram completamente a forma em que lidamos com a atividade e com a relação ensino-aprendizagem, o quadro verde e o giz, foram substituídos por quadro branco, pincéis, e o antigo retroprojetor, e sua luz monocromática, foram substituídos pelo data-show, projetor multimídia, que permite, cores, movimentos, vídeos, gráficos.
E ao chegar ao fim do dia, perceber que essa relação com a aplicação das mídias interativas como: internet, computador, caixa de som, telefonia, e conectividade, são realmente as tecnologias mais usadas e mais influenciadoras de mudanças do dia a dia do professor e do profissional.
A caminho da escola, estou novamente, acompanhando a rádio regional, com o programa matinal repleto de curiosidades e amenidades para agradar a manhã.
Ao adentrar pelos corredores do Colégio, me deparo com diversos cartazes, fotos, gravuras, são os trabalhos que foram apresentados pelos nossos alunos. Agora já na sala dos professores, antes do início das aulas, me pego foleando algumas revistas e lendo o jornal do dia, suas notícias e manchetes.
É chegada a hora, são 7:30, hora de iniciar a aula, como planejado será apresentação dos trabalhos dos meus alunos, o primeiro grupo a se apresentar, abordou o tema: Seleção de Pessoas, com o auxílio do data-show, computador e um projetor multimídia, eles exibem o conteúdo através de slides, utilizando o Microsoft Power Point, e antes de encerrar a apresentação, exibem um vídeo de Max Gehringer, sobre a Temível Entrevista de Emprego, da série Empregos de A a Z, outros grupos também se apresentam, alguns, entregam textos impressos, recortes de jornais e revistas e encerra a jornada.
É hora do intervalo, aproveito o período de descanso para usar o telefone celular e navegar pela internet e acessar minha caixa de emails, e entre uma verificação e outra, uma xícara de café e um papo com os amigos professores e a sondagem sobre o andamento do curso no qual coordeno.
É impressionante como não largamos o computador, a internet e o celular, e como estas tecnologias tornaram-se indispensáveis no nosso dia-a-dia.
Além da constatação em que vivemos em um mundo completamente conectado, revela-se nossa grande dependência dessas tecnologias. E na docência, percebemos o quanto novas mídias integram e se relacionam com as antigas de forma harmônica e complementares;
A utilização desses novos meios mudaram completamente a forma em que lidamos com a atividade e com a relação ensino-aprendizagem, o quadro verde e o giz, foram substituídos por quadro branco, pincéis, e o antigo retroprojetor, e sua luz monocromática, foram substituídos pelo data-show, projetor multimídia, que permite, cores, movimentos, vídeos, gráficos.
E ao chegar ao fim do dia, perceber que essa relação com a aplicação das mídias interativas como: internet, computador, caixa de som, telefonia, e conectividade, são realmente as tecnologias mais usadas e mais influenciadoras de mudanças do dia a dia do professor e do profissional.
Plano de Aula
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PLANO DE
ENSINO / EMENTA
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1 – IDENTIFICAÇÃO
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Curso:
|
Edificações
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Período:
|
4º
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Disciplina:
|
Princípios de Liderança
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Marllon Frank Teixeira Ferreira
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Carga-Horária:
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Teórica
|
Prática
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Total
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24 horas-aulas
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24 horas-aulas
|
48 horas-aulas
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|
2 – OBJETIVO DA DISCIPLINA
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Estudar
os desafios ambientais, das funções da competição globalizada, das funções
organizacionais, estrutura e modelos de gestão, bem como das mudanças sociais
e avanços tecnológicos e suas influencias na Gestão de Pessoas, bem como das
conseqüências dessas transformações na construção da subjetividade do
trabalhador moderno. Introdução do estudante em temas contemporâneos
polêmicos, ampliando seu senso crítico sobre ações relacionadas à
psicodinâmica do trabalho.
Objetivos
Específicos:
ü
Repensar os
relacionamentos: Organizações X Pessoas – novos paradigmas.
ü
Analisar as
exigências sobre a polivalência e competência dos profissionais na
atualidade.
|
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3 – CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
|
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1. A Escola das Relações Humanas e o enfoque
comportamental
2. Liderança
3. Motivação Humana
4. A administração de
Conflitos
5. Aprendizagem e
Treinamento Organizacional
6. Assédio Moral
7. Diversidade Humana
8. A Subjetividade Humana
9. Comunicação
10. Trabalho em Equipe
|
|
6- ESTRATÉGIAS (METODOLOGIA DE ENSINO
E RECURSOS)
|
|
Aulas
expositivas com o uso de: quadro branco, data-show, vídeos.
Aulas
expositivas dialogadas;
Trabalho
individual e/ou em grupo;
Debates
e discussões em sala com orientação do professor;
Estudos
dirigidos em sala de aula.
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7- CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
|
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Distribuição
de pontos:
1ª
Etapa: 1ª Avaliação: 30,0 pts / Trabalhos: 10,0 pts
2ª
Etapa: 2ª Avaliação: 20,0 pts / 3ª Avaliação: 30,0 pts / Trabalhos: 10,0 pts
Atividade
Final:
Em
caso de aproveitamento inferior a 60 pontos:
Estudos
e Trabalhos de Recuperação: 20 pontos e Avaliação de Recuperação: 80 pontos
|
|
4 – REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
|
|
CHIAVENATO,
Idalberto. Gerenciando Pessoas: O passo decisivo para a administração
participativa. São Paulo: Markron Books, 1992.
____________________.
Introdução à teoria geral da
administração.3.ed. São Paulo: Atlas, 1983.
___________________.
Liderança: administração do sentido. Revista de Administração de
Empresas, São Paulo, v.34, n.3, p. 102-14, mai./jun. 1994.
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terça-feira, 15 de outubro de 2013
O curso de especialização Mídias na Educação e a percepção que é possível obter A ESCOLA QUE QUEREMOS!
Dentre
diversas leituras, textos e atividades do curso de Especialização em Mídias na
Educação, deparei-me com uma célebre frase que dita o comportamento das pessoas
frente as novas tecnologias, tal frase torna-se notória ao percebermos que não
basta aderir às mídias se continuarmos utilizá-las como um evento ou show a
parte, é necessário trabalhar o comportamento das pessoas para que consigamos o
mundo e a escola que queremos.
“Toda
banda larga será estreita se a mente for estreita” já apontavam os
marqueteiros, sendo assim, de nada adianta diversas tecnologias, mídias,
equipamentos, se nós, os professores, mantivermos a mente estreita, se
continuarmos resistentes à mudanças, se não atentarmos às transformações do
mundo em que estamos inseridos, e pior, se não atentarmos às transformações no
mundo que cercam nossos alunos.
Então
percebemos que muitas das vezes, tratamos as mídias e ferramentas tecnológicas
como eventos pomposos ou raros. O maior desafio do docente na inserção das TICs
na sala de aula é garantir o nivelamento mínimo de conhecimento e domínio, além
da frequência das ferramentas utilizadas por nós e nossos alunos.
Dessa
forma, com a drástica mudança no perfil dos alunos nos últimos anos., eles que
deixaram de ser dependentes do conteúdo apresentado pelo professor para um
perfil questionador, conhecedor, capaz de buscar novos conhecimentos,
aprofundar e buscar solucionar dúvidas.
Então
a utilização dessas diversas TICs, suportadas pelo conhecimento oferecido pelo
curso de Mídias na Educação fornece subsídios à nós professores sobre como
lidar com esse novo perfil de aluno: conectado, questionador, preparado e
acostumado com diversas tecnologias e nos aproxima da realidade do mundo
educacional, transformando a educação e a escola mais próximas da realidade que
queremos.
Uma
vez que, percebemos e passamos a conhecer diversas tecnologias e ferramentas, a
maioria gratuita, que permite transformar nossa realidade em sala de aula e
tornar o ensino-aprendizado cada vez mais prazeroso tanto para o aluno quanto
para nós professores.
Informação
"Este blog foi criado como requisito avaliativa final do curso Integração Mídias na Educação da UFOP 2013-2014 - Polo de Ipatinga
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